Martinismo
Se eu não quiser mais ser Martinista?
No Martinismo, não existe coerção ou imposição que mantenha alguém vinculado à tradição contra sua vontade. O caminho iniciático é um convite à transformação consciente, e cada buscador mantém a liberdade absoluta de permanecer ou se retirar, conforme sentir necessário. A relação com o Martinismo é voluntária, baseada em comprometimento interior e responsabilidade pessoal, e não em obrigação externa ou pressão institucional.
Deixar o caminho não é considerado fracasso nem desonra. Cada experiência, cada estudo e cada reflexão adquirida permanecem como aprendizado que contribui para o crescimento da consciência. A tradição compreende que a jornada de cada indivíduo é única, e que o respeito à própria consciência é um princípio essencial.
Ao mesmo tempo, o Martinismo orienta que a decisão de se afastar deve ser feita com reflexão e responsabilidade, considerando o trabalho já iniciado, os compromissos assumidos consigo mesmo e o impacto sobre o próprio desenvolvimento. Não se trata de punir nem de julgar, mas de garantir que cada ação seja consciente e coerente com o princípio de liberdade que rege o caminho iniciático.
Na Comphanya Martinista Das Ylhas Ocidentais e Orientais, essa liberdade é reforçada, assim como a importância do estudo, da prática e do compromisso pessoal. O buscador que optar por se afastar permanece respeitado, e a porta do aprendizado permanece aberta para aqueles que, no futuro, desejarem retomar o caminho com maturidade e discernimento.
Portanto, no Martinismo, a permanência é sempre uma escolha consciente, e a liberdade de sair é reconhecida como um direito natural do buscador, respeitando sua autonomia, seu ritmo e sua responsabilidade pessoal.
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